MINHA MISSÃO,:
terça-feira, 25 de outubro de 2011
O POVO DA FLORESTA
Você sabia que o verão começou precisamente às 15 horas e 35 minutos (horário de verão), deste ultimo dia 21 de dezembro? Justifica-se toda esta precisão de horário porque com base neste instante preciso determina-se uma série de períodos importantes para a humanidade, até mesmo a sua programação noturna dos 24 de dezembro.
É evidente que não estamos nos referindo a alguma fantasia sobre os astros influírem na vida das pessoas, mas sim à sua importância que momentos como estes têm por estarem estritamente ligados ao início das estações do ano.
Os povos primitivos conectaram estrategicamente o início das estações do ano a antiquíssimos preconceitos em massa e, há milênios, aqueles que detêm o poder vêm perpetuando falsas idéias que mantêm as massas sob controle.
Em função disso, os quatro momentos que determinam o início das quatro estações do ano vêm levando a humanidade a acreditar em CONTOS DE FADAS como se fossem grandes verdades da nossa existência.
Ao longo dos séculos certas fábulas vêm sendo transmitidas de “boca a boca” e, “ao pé do ouvido”, ou seja, através da transmissão oral, determinando muitos dos conceitos e dos costumes, que, por isso, são chamados de “TRADIÇÕES” (ou cabala, em linguagem hebraica).
Apesar de serem muito antigas, as tradições ainda vêm sendo respeitadas a ponto de serem consideradas aparentemente intocáveis, sendo cuidadosamente observadas pela maioria da sociedade.
Jesus não tinha este tipo de zelo para com as tradições, pelo contrário, ao invés de segui-las, desencorajava seus discípulos a fazê-lo e repreendia os que as sustentavam dizendo a eles:
“... INVALIDASTE PELA VOSSA TRADIÇÃO O MANDAMENTO DE DEUS. Hipócritas, bem profetizou Isaías a vosso respeito dizendo: Esse povo honra-me como os seus lábios, MAS O SEU CORAÇÃO ESTÁ LONGE DE MIM. MAS EM VÃO ME ADORAM, ENSINANDO DOUTRINAS QUE SÃO PRECEITOS DE HOMENS.” (Mateus 15: 6 a 9)
Em outras palavras, Jesus mostrava que os ensinamentos religiosos desenvolvidos pelos homens sem o apoio integral das Escrituras Sagradas, além de serem inverídicos, procuram NEUTRALIZAR os genuínos ensinamentos da Palavra de Deus. Isso evidencia, portanto, que a “TRADIÇÃO” constitui-se num instrumento poderoso instrumento para controlar o pensamento político e ideológico dos povos, através versículos bíblicos mal empregados através de “distorções ignorantes” que dão validade a estes falsas idéias e conceitos “pseudo-cristãos”, com o objetivo ocultar a crescente escravização que vem sendo imposta ao homem comum.
Apesar de não serem verídicas, por serem respeitadas, as tradições projetam aos olhos do mundo, uma imagem totalmente distorcida sobre a sua real situação; e, através de um “eficiente” sistema de repressão de pensamento, que é a televisão, podem controlar e determinar o comportamento do ser humano a nível global.
Durante um período de 364 dias a terra realiza uma volta completa em torno do sol, delineando uma órbita plana e quase circular, cuja duração fornece uma medida de tempo que chamamos de “ano”.
Assim podemos definir SOLSTÍCIO DE VERÃO como o instante preciso em que um dos hemisférios terrestres encontra-se o mais voltado possível para o sol, sendo, portanto, o momento do ano em que sua superfície encontra-se o mais próxima dele. Em nosso hemisfério o solstício de verão em 22 ou 23 de dezembro, e faz com que o dia seguinte seja o mais longo do ano, e geralmente, também o mais quente.
Como este solstício produz o dia mais quente do ano convencionou-se que aquele momento preciso seria o início da estação do verão.
No decorrer do ano ocorrerá mais um SOLSTÍCIO quando a terra se encontrar no outro extremo de sua órbita em torno do sol, se será o momento que dará início à estação mais fria do ano, INVERNO, convencionando-se, por isso, ser chamado de SOLSTÍCIO DE INVERNO, instante preciso em que à superfície dos hemisférios em questão se encontrará o mais distante possível do sol, fazendo com que o dia subseqüente a ele seja também, o mais curto do ano e que a noite seguinte seja a mais fria, ocorrendo, nos dias 22 ou 23 de junho, no hemisfério sul.
As duas posições intermediárias entre estes dois extremos da órbita terrestre são denominadas EQUINÓCIOS. Nestes dois momentos específicos os dois hemisférios terrestres se encontrarão em posições bem semelhantes em relação ao sol, fazendo com que, nessa ocasião, o dia tenha exatamente a mesma duração que a noite.
Em nosso hemisfério, o EQUINÓCIO DE OUTONO, ocorre, geralmente, no dia 20 ou 21 de março, e marca o início da ESTAÇÃO DO OUTONO, enquanto que o EQUINÓCIO DE PRIMAVERA ocorre geralmente no dia 22 ou 23 de setembro, e é o momento em que se inicia a ESTAÇÃO DA PRIMAVERA.
Há aproximadamente 4500 anos atrás, quando se iniciou o período pós-diluviano, os três filhos de Noé, Jafé, Sem e Cam povoaram a terá, expandindo-se com extrema rapidez.
Conforme os descendentes de Jafé foram se multiplicando, deslocaram-se para o oriente e para as regiões do norte, em direção aos locais onde, hoje, se localizam os países da Europa e deram origem aos povos de língua indo-ariana, chamados também “povos indo-europeus”.
Foi a partir destas populações que, neste continente, teve origem a civilização celta. Mas, devido ao fato dos celtas estarem a uma grande distância dos outros descendentes de Noé, os ensinamentos sobre o Deus Criador, que os livrou da inundação global, se se perderam por completo.
Por isso, quando surgiram necessidades espirituais os celtas, que eram habitantes das florestas, iniciaram uma busca espiritual conhecida como xamanismo que é a adoração da natureza através do uso de plantas “mágicas”, ervas e cogumelos alucinógenos.
Ao ingerirem estas substâncias, os primitivos celtas atingiram estados alterados de consciência que, além de levá-los a níveis mais profundos de contemplação, colocaram-nos em contato com os, assim chamados “espíritos da natureza”: seres diabólicos que propuseram a “guiá-los” espiritualmente.
Com isso seu avanço nos caminhos da feitiçaria foi rápido, levando-os a desenvolver uma seita de bruxos chamada druidismo, que se tornou poderosa, não somente no religioso, mas, também no político, a ponto dos druidas conseguirem unificar as tribos celtas e formar um império que dominou o território europeu por quase mil e duzentos anos, e, por viverem nas matas, passaram a ser chamados de “PAGÃOS”, palavra que significa “povo da floresta”.
Os pagãos adoram a natureza como se ela, em sua totalidade, se constituísse numa “deusa”. Por isso, desde os primórdios da era pós diluviana os celtas adoravam poder da natureza EM SEU ASPECTO FEMININO, personificado na figura da “GRANDE MÃE”, também conhecida como “A Virgem Negra”.
Identificando esta “DEUSA-MÃE” inicialmente, com a TERRA, e depois com a LUA, os celtas acreditavam que esta lhes proporcionava tudo o que necessitavam. Contudo, sempre que chegava o rigoroso inverno europeu, toda a vegetação e suas plantações eram destruídas fazendo com que os homens das tribos se lançassem à prática da caça, que supria as necessidades de alimento e vestes das suas comunidades.
Isso fez com que os melhores caçadores passassem a usar os chifres que obtinham da caça sobre as suas cabeças e passassem a ser honrados pelos demais, obtendo, assim prestígio e poder.
Essa mudança fez com que os pagãos desmembrassem da “Grande Mãe” o aspecto masculino da “divindade”, criando, assim o “DEUS CHIFRUDO”, ou “DEUS CORNÍFERO”, também conhecido como PAN ou Cernuno, o “deus” de chifres.
Segundo o mito que surgiu dessa adoração, o “Deus Cornífero” teria sido gerado espontaneamente pela “Grande Mãe”, mas, ao crescer e se tornar um adulto, acabou se apaixonando pela própria mãe, e relacionando-se sexualmente com ela até que esta engravidasse.
Sincronizando este mito com as estações do ano, os celtas, que viviam no hemisfério norte, comemoravam a fecundação da “grande mãe” pelo “deus chifrudo”, no momento em que a superfície daquela região se encontrava o mais próxima possível do sol, o solstício de verão, porque o identificava como “deus-sol”.
Mas, após o solstício a superfície daquela região começava, então a distanciar-se do sol, fazendo com que passassem a acreditar que o “deus” começasse a perder a sua força e a sua virilidade, vindo a falecer durante o outono, no dia do feriado de Haloweem, que no hemisfério norte ocorre antes do inverno chegar.
No entanto, segundo acreditam os pagãos, o “deus” já teria deixado sua “semente” plantada nas entranhas da terra, da sua “deusa-mãe-e-esposa”, que, no início do inverno, viria a dar á luz, ao “deus-sol”, o mesmo “deus-cornífero” renascido, como um “bebê-sol”, no dia do solstício de inverno, pois, a partir desta data, apesar do frio continuar e ser, apenas o início do inverno, o sol passava a aproximar-se, cada vez mais, da superfície daquele hemisfério, como se houvesse renascido.
Ao crescer e tornar-se adulto, o “deus-sol”, ou “deus-chifrudo” iria então apaixonar-se, mais uma vez pela “deusa”-“virgem” e fechando, assim, mais um ciclo da natureza, de inverno e verão, morte e renascimento, luz e trevas. Os pagãos acreditam que podem obter contato com o “deus” e a “deusa” celebrando estes ciclos da terra e do sol, estariam se harmonizando com a “incestuosa” “mãe-natureza”, criando, através dos rituais pontos de contato sazonais com ela.
Outras tradições, vindas, também do hemisfério norte, afirmam que o “deus chifrudo, fecundaria, na verdade, a sua “deusa-mãe” após a sua morte, que ocorreria, anualmente, no dia 31 de outubro, o dia da “Morte”, ou seja, de Lúcifer, o quarto cavaleiro do Apocalipse”.
Morrendo, então, no, assim chamado, dia das bruxas, o “deus” desceria às profundezas da terra, que acreditavam ser o UTERO DA SUA PRÓPRIA MÃE-TERRA, onde ficaria esperando para nascer mais uma vez, no próximo solstício.
Para isso, conforme acreditam a DEUSA-MÃE, desceria às profundezas da terra e “iria até o “mundo das sombras” em busca do seu amado que estaria esperando para nascer”. Nesta ocasião, ELES TERIAM UMA RELAÇÃO SEXUAL E, DESSE “AMOR, SERIA GERADA UMA “SEMENTE DA LUZ” (O “BEBÊ-SOL”) QUE FICARIA ESPERANDO NO ÚTERO DE SUA PRÓPRIA MÃE E AMANTE, PARA RENASCER NO PRÓXIMO SOLSTÍCIO DE INVERNO”.
Sendo este “bebê-sol” o próprio “deus chifrudo” RESSUSCITADO AO RELACIONAR-SE SEXUALMENTE COM SUA “ESPOSA-MÃE”, na verdade o que se observa aqui é uma simples variante do mesmo mito de morte e renascimento do “deus conífero”; que, no entanto, só fecundaria sua própria mãe após a sua morte no Haloweem, quando desceria ao abismo e ficaria “esperando para renascer” quando fosse mais uma vez, visitado pela sua “Grande Mãe” e viesse a copular com ela, transformando-se num embrião (o Capricórnio), até que, no dia 21 de dezembro (o solstício de inverno do hemisfério norte) nasceria das entranhas da “Grande Deusa” como a “criança prometida”, o “bebê-sol”, que iria dar continuidade à vida, reiniciando, mais uma vez o ciclo, até se tornar adulto novamente e se casar com sua própria mãe.
Há uma “forte identificação desse mito incestuoso o da “deusa” egípcia” de ÍSIS, que ressuscita seu marido e irmão, OSÍRIS, o “deus”-sol, após este ser assassinado por um dos seus filhos. Ao ressuscitá-lo, através de seus “poderes mágicos” ISIS, a “GRANDE MÃE” egípcia faria com que ele voltasse a reinar, porém somente no mundo subterrâneo, casando-se com seu filho HORUS, que se torna, então, o novo “deus-sol”, que reinaria no mundo da superfície, o “Mundo dos Vivos”, juntamente com sua esposa e mãe, encarnando-se na pessoa do Faraó, o que seria o “deus-sol” feito homem, criando, dessa forma do “governante divino”, um instrumento político tão poderoso que passaria a ser usado por muitos reis e governantes nas mais diversas culturas e civilizações através da história.
Uns dos que mais se beneficiaram desse mito foi um dos bisnetos de Noé, chamado NINRODE que, expandindo sua descendência que se e estabelecendo-se na região da Mesopotâmia “começou a ser poderoso na terra” (Gênesis 10: 8 a 12) formando diversos reinos, unificados, tais como o império da Acádia e da Assíria, e construiu muitas grandes cidades tais como Nínive e a própria Babilônia.
Unificando-as, Ninrode foi o fundador do primeiro império mundial da história. Ninrode era tão pervertido que, para se “divinizar” perante seus súditos, através do mito do “deus-chifrudo”, ousou casar-se com casou-se com a própria mãe, cujo nome era SEMÍRAMIS, (que se encontra retratada numa gigantesca escultura de Nova Iorque, a “estátua da liberdade”).
Mas tendo NINRODE morrido prematuramente, SEMIRAMIS, sua esposa-mãe propagou a perversa doutrina do renascimento de Ninrode em seu próprio ventre, fazendo do seu filho TAMUZ, um novo “bebê-sol”, assim como fez a “deusa-mãe” dos celtas.
O mito de SEMÍRAMIS e NINRODE encarnado em seu filho TAMUZ, como a “criança prometida”, passou então a ser reproduzido por meio de ídolos, que se converteram nos principais objetos de adoração, tanto no Egito, como em muitas outras religiões, até mesmo as que se auto denominam “cristãs”.
A “Grande Mãe” influente e dominadora é esculpida com seu filho ao colo, que é poderoso mais obediente, retratando Ísis com seu filho Hórus ao colo, ou Semíramis, a “rainha do céu”, com seu filho Ninrode-Tamuz, e diversas outras “deusas-mães”, ou “VIRGENS NEGRAS”.
Em outras palavras, os paralelos quase que idênticos entre o casamento de Ninrode com Semíramis, sua mãe ou Isis com seu filho Hórus e a união do “deus” chifrudo com a sua “Grande Mãe” Terra, surgem quase que ao mesmo tempo, tanto no Egito e Mesopotâmia como na Europa e isso há mais de dois mil anos ANTES de Cristo; mas continuam a reaparecer, posteriormente em muitas outras civilizações e em diferentes períodos e regiões.
Mas, em sua “devoção quase que total à mãe-natureza”, tanto celtas como egípcios e bruxos babilônicos passaram a celebrar grandes festivais no início de cada estação com o intuito de estabelecer vínculos espirituais entre os seres humanos e os ciclos da natureza, comemorando o início das estações do ano nos solstícios e equinócios. Com base neles, os celtas desenvolveram um calendário de festividades pagãs denominadas RODA DO ANO.
A RODA DO ANO é um calendário composto por oito festas de bruxaria, que foi criado com a intenção de sincronizar o psiquismo dos seres humanos com os ciclos da natureza, através de sua participação nos rituais, para vinculá-los à “grande mãe”, uni-los à terra e ao universo.
Estes festivais em homenagem ao “deus chifrudo” e à “deusa-mãe” são chamados de SABBATHS e sempre tiveram como requisitos básicos, sacrifícios humanos, principalmente de crianças e bebês, seguidos de cultos de orgia sexual coletiva como forma de unir-se ao “deus” e à “deusa” em sua função de proporcionar a fertilidade sexual.
Quadro “SABÁ DAS BRUXAS” (de Francisco de GOIA)
No hemisfério norte (de onde vieram quase todas as tradições religiosas do ocidente) a estação mais fria acontece no FINAL DO ANO, por isso, naquele lado do planeta, é o SOLSTÍCIO DE INVERNO, que acontece nos dias 21, 22 ou 23 de dezembro, conforme o ano, quando é celebrada a FESTA DE YULE.Como nos dias 22 ou 23 de dezembro a superfície do hemisfério norte encontra-se o mais distante possível do sol, em países nórdicos como a Islândia o dia mais curto do ano chega a ser tão pequeno que o sol nem sequer aparece, motivo pelo quais as pessoas chegam a ficar até três dias sem ver o sol.
Quando chega o dia 24 e o 25 de dezembro, o sol começa a ser visto novamente, reforçando, assim, o mito de que o “deus-sol” acabou de renascer e que a “criança da promessa” que é o “deus chifrudo”, finalmente “chegou”.
Por isso é impossível discutir as Tradições de Yule (solstício de inverno) sem mencionar o NATAL.
Dois mil anos antes de Jesus Cristo nascer em Belém os celtas já comemoravam, nesta época, o nascimento do “deus-sol”, numa celebração que já era conhecida como festa do Natal, a celebração do nascimento do “deus”, ou Festa de Yule, o solstício de inverno.
Muitos dos costumes de Yule foram absorvidos pela igreja cristã, quando o catolicismo tentava se estabelecer na Europa.
O Natal “cristão” foi estipulado para o dia 25 de dezembro por ter associado muitos dos costumes da festa de Yule que no hemisfério norte é comemorada no dia 22 ou 23 de dezembro.
Como Jesus Cristo, sendo Deus, também nasceu de uma mulher, a igreja católica, ao ser transformada, pelo imperador Constantino, na religião oficial do império romano, ficou decidido que o nascimento de Cristo seria marcado para o final de dezembro, com o intuito de absorver o “culto sagrado” dos celtas e dos saxões no solstício de inverno.
Esta hábil manobra política fez com que a partir do ano 320 depois de Cristo, o Natal, que há milênios era a comemoração do paganismo em celebração ao “renascimento” do “deus-sol” passasse a ser comemorada, PELA IGREJA CRISTÃ, COMO A DATA OFICIAL DO NASCIMENTO DE CRISTO.
“Este sincretismo nefasto foi uma estratégia do imperador Constantino para unificar celtas, bárbaros, romanos e cristãos, através desta festa, formando assim uma espécie de religião mundial” em torno dela, que seria administrada pelo império romano. Como resultado, este, que estava entrando em decadência, saiu fortalecido e sobreviveu um pouco mais.
O nascimento de um “deus” no solstício não é exclusivo do catolicismo, pois muitos “bebes-divinos” nasceram nesta época. O “deus” Mitra é um exemplo disso, e o dia em que se comemorava o seu nascimento era exatamente o dia 25 de dezembro, data escolhida pela igreja de Roma para neutralizar mais uma divisão religiosa no império, identificando o dia do “deus-sol” do mitraísmo com as comemorações de um mesmo “deus-sol”, na festa de Yule, no solstício de inverno do hemisfério norte, até que, no século cinco, o natal foi oficialmente ordenado, para sempre, pela igreja romana, como uma “festa cristã”.
A realidade, entretanto, é que Jesus nem ao menos poderia ter nascido no mês de dezembro, uma vez que, viajando sobre um burrinho em pleno inverno da Judéia, Maria e José não conseguiriam chegar vivo a Belém. O mais provável que ele tenha nascido no mês de agosto, mas isso pouco importa. O que é, de fato, relevante é que os cristãos estão participando das comemorações do nascimento incestuoso de um “deus-sol” como se fosse o nascimento do Filho Unigênito de Deus.
E não se trata apenas de uma questão de datas, mas das tradições do natal que são práticas utilizadas pelos cristãos nestas comemorações, mas que fazem parte de rituais essencialmente pagãos:
A ÁRVORE DE NATAL, decorada com bolas e uma estrela no topo, não é nada mais nada menos que a antiga árvore que os pagãos decoravam os templos ancestrais com velas, comidas, bebidas e bolas coloridas, encimada pela estrela de cinco pontas, isto é, o PENTAGRAMA, que é símbolo da bruxaria, representa o domínio sobre os cinco elementos e é a expressão máxima da magia; ou pela estrela de seis pontas, o HEXAGRAMA ANDRÓGINO, que é o símbolo mágico mais maligno da feitiçaria, usado pelos satanistas para lançar feitiços e invocar demônios.
Os pagãos e druidas consideram que as árvores são deuses, portanto, o simples fato de levar uma árvore para dentro de casa, num contexto desses, já se constitui numa idolatria, mesmo que não se tenha consciência disso, pois Deus falou através das Escrituras: “O meu povo foi destruído porque lhe faltou o conhecimento; porque tu rejeitaste o conhecimento também eu te rejeitarei...” (Oséias 4:6).
Como o formato da árvore de natal se assemelha a um símbolo fálico, a entronização delas nos lares e no comércio tem como objetivo representar órgão sexual “deus chifrudo” para homenagear a virilidade através de sua presença no interior das casas. As grandes bolas coloridas representam os planetas do sistema solar que, na astrologia são considerados como “deuses”, que na verdade, são os anjos rebeldes. Na cabala estes planetas em torno da árvore de natal, são identificados com esferas dimensionais denominadas “sefirot”, que, na realidade são portões dimensionais através dos quais os bruxos e cabalistas obtêm poderes mágicos e requisitam a ação dos demônios. Coincidentemente, o diagrama das sefirots da cabala é chamado de “arvore sefirótica”, aquela que, no paraíso, produzia o fruto proibido: A “arvore do conhecimento do bem e do mal.”. Portanto, aquelas “inocentes” bolas coloridas penduradas no ecológico símbolo fálico entronizado bem na sala da sua casa, simbolizam, na verdade, os portais do inferno, os chakras ou janelas dimensionais que os satanistas usam para entrar em contato com as trevas e seus seres malignos.
Os sinos que são pendurados nas árvores de natal simbolizam, por sua vez, o UTERO da Grande Mãe, entretanto, o próprio sino, é um instrumento freqüentemente usado pela bruxaria para sinalizar o início e fechamento de um ritual ou Shabbath, para INVOCAR UM ESPÍRITO OU “DEIDADE” EM PARTICULAR e para despertar os membros do coven (grupo de bruxas) quando estas se encontram em “meditação”.
Os sinos são tocados também em vários ritos funerários da feitiçaria para “abençoar” a alma do bruxo que cruzou o reino dos mortos. Tudo isso é venerado quando se pendura sinos nas árvores e luzes piscando continuamente em torno da arvore, pois estas simbolizam e relembram as almas desses antepassados que já partiram para lá.
Existem, ainda, outros enfeites de adoração pagã, feitos de folhas verdes, flores, fitas vermelhas e bolas coloridas, que geralmente são colocados nas portas das residências, que se chamam GUIRLANDAS.
“Ao contrário da árvore de natal, a guirlanda representa o órgão sexual feminino, e tem como função espiritual transformar o lugar onde é colocada na “vulva” da Grande Mãe”, no lugar onde a família entroniza o “falus” do “deus chifrudo”.
Quando isso acontece numa residência é como se ela transformasse na “casa do “deus””, expressão que foi traduzida para o hebraico através de uma palavra extra-bíblica criada pelos rabinos judeus designar a “porção feminina” de “deus”, a “SHEKINÁH”, Traduzida, literalmente, a expressão “SHEKINÁH” significa “manifestação física e visível de “deus” que é a casa do “deus” ou o falso messias que conhecemos por Anticristo”.
Como “deus-sol” ele é, também, o “deus” da fertilidade sexual e agrícola, por isso a tradição pagã faz a ele as suas oferendas através da “troca de prendas”, um ritual de fertilidade no quais os pagãos presenteiam uns aos outros com os pratos saborosos feitos com os frutos da terra, e acreditam que com isso estarão fazendo ofertas agradáveis ao “deus-sol” a fim de que ele traga novamente a fertilidade às plantações no ano que se inicia. Esta tradicional “troca de prendas” bem como as ofertas ao “deus chifrudo”, colocadas sob o a arvore de natal (o seu “símbolo fálico”) ainda permanecem em nossos dias em quase todos os lares, através da tradicional da troca de presentes no dia de natal.
Você pode imaginar a situação de alguém que procura fazer uma homenagem ao verdadeiro Cristo, pelo dia do seu nascimento, através de uma troca de presentes, e na verdade, está fazendo ofertas a um “deus fálico”? Contudo, é exatamente isso que acontece todos os anos, em quase todas as casas, e muitos acabam obtendo grandes lucros vendendo presentes de natal. No entanto a quem está servindo ao participar e colaborar com esta tradição?
Se alguém fosse, de fato, comemorar o nascimento de Jesus Cristo, é evidente que entregaria seus presentes a ele, e não aos seus amigos e parentes, sendo presenteado de volta. Somente a tradição da troca de prendas que faz parte do ritual pagão da festa Yule, pode explicar essa tradição que existe hoje no dia de natal. Essa prática nas comemorações de natal, ainda que ninguém tenha consciência disso, é um ritual de oferendas ao “deus-bode” ou “deus-chifrudo”.
As decorações natalinas, por sua vez, são de uso popular e estão presentes, todos os anos, tanto nas casas como nas lojas de todos os países “cristãos”. Contudo, as pessoas não fazem a menor idéia do significado maligno existente por traz de tudo isso; e muito menos que a presença desses objetos ritualísticos do paganismo em suas residências e estabelecimentos comerciais confere uma espécie de “autoridade legal” para que o tal “deus chifrudo” (ou seja, Satanás) possa agir livremente na vida daqueles moradores.
Devido ao que significam, a entronização desses símbolos mágicos do paganismo são “convites” endereçados para que o “deus chifrudo” e suas legiões chamando-os para que entrem nos lares e nos mais diversos recintos e exerçam seu papel destruidor. Estivemos sendo enganados como crianças que acreditam em “Papai Noel”.
Por falar em PAPAI NOEL é bom saber, também que a figura do velhinho barbudo não é simplesmente um conto de fadas para deslumbrar as crianças. Na verdade há um vasto simbolismo de paganismo por trás desta figura tão intimamente ligada à infância das pessoas.
A palavra Noel significa Natal em francês. Portanto, a expressão Papai Noel significa literalmente PAPAI NATAL, o festival do nascimento do “deus-bode” ou deus chifrudo.
A figura do Papai Noel surgiu do folclore escandinavo no qual o velho mitológico aparecia montado em um bode em pleno inverno rigoroso, vestindo um traje vermelho e com gorro na cabeça, trazendo presentes para as pessoas em honra a ODIN (deus nórdico correspondente ao “Zeus” da mitologia grega, que também se identifica com Satanás).
Os druidas celebravam, também, neste mesmo dia 25 de dezembro sua FESTA ANUAL DO FOGO, durante a qual ardiam fogueiras em cima de todas as montanhas.
Como o “deus chifrudo” identifica-se com o “deus-bode”, ou seja, Lúcifer, o portador do archote, que também é o “deus do fogo”, fica evidente que as roupas vermelhas do Papai Noel e a tradição de sua descida pelas chaminés das lareiras, lugar onde arde o fogo, evidencia que Papai Noel simboliza, também, o “deus-chifrudo”, que é Lúcifer ou seja, o diabo.
Como o bode identifica-se com o planeta Saturno, pois o Capricórnio, da astrologia, é regido por este astro, os romanos realizavam as suas famosas orgias denominadas “saturnálias” também nesta época, festivais onde sempre aparecia um homem de barbas brancas trajando roupa vermelha, simbolizando o planeta Saturno.
Os seus ajudantes são os gnomos, os duendes e os elfos que apesar de serem criaturas com aparência demoníaca são considerados pela tradição celta como seres que trazem sorte.
Agora que você já sabe o significado dos símbolos e tradições do natal, bem como o significado pagão da data de 25 de dezembro, você ainda é capaz de comemorar esta data como uma festa em honra aquele que derramou o seu sangue para a sua salvação, ao seu salvador e redentor o Senhor Jesus Cristo de Nazaré?
De repente percebemos que estamos morando bem no meio da Babilônia e não sabíamos. Mas a voz que vem do céu nos diz:
“Saí dela, povo meu, para que não sejais participantes dos seus pecados e para que não incorras nas suas pragas. Porque já os seus pecados se acumularam até o céu...” (Apocalipse 18: 4 e 5)
Mas alguém ainda diria: “Mas esta é uma TRADIÇÃO que está na nossa família há gerações. Como poderemos deixar de comemorá-la? Que mal pode haver nisso?”.
Quanto a esse argumento e a todos os outros a resposta vem do próprio Jesus:
“... deixando o mandamento de Deus retendes a tradição dos homens... Bem invalidais o mandamento de Deus para guardardes a vossa tradição... INVALIDANDO, ASSIM, A PALAVRA DE DEUS PELA VOSSA TRADIÇÃO.” (Marcos 7: 8 9 e 13).
“Não podeis beber o cálice do Senhor e o cálice dos demônios; não podeis ser participantes da mesa do Senhor e da mesa dos demônios. OU IRRITAREMOS O SENHOR? SOMOS NÓS MAIS FORTES DO QUE ELE?” (I Coríntios 10: 21 e 22).
Chegou o tempo de escolher a que povo você pertence: Ao povo de Deus ou ao “povo da floresta”? Nestas festas a escolha é sua, pois indo nestas festas é você que escolhe isso.
“Fiz-me, acaso, vosso inimigo, dizendo a verdade?” (Gálatas 4: 16).
FESTAS JUNINAS
Introdução
Depois do Carnaval, o evento mais esperado do calendário brasileiro são as festas juninas,que animam todo o mês de junho com muita música caipira, quadrilhas, comidas e bebidas típicas em homenagem a três santos católicos: Santo Antônio, São João e São Pedro.Naturalmente as festas juninas fazem parte das manifestações populares mais praticadas no Brasil.
Seria as festas juninas folclore ou religião? Até onde podemos distinguir entre ambos? Neste estudo não pretendemos atacar a religião católica, já que todos podem professar a religião que bem desejarem, o que também é um direito constitucional. mas tão somente confrontar tais práticas com o que diz a Bíblia.
Herança Portuguesa
A palavra folclore é formada dos termos ingleses folk (gente) e lore (sabedoria popular ou tradição) e significa “o conjunto das tradições, conhecimentos ou crenças populares expressas em provérbios, contos ou canções; ou estudo e conhecimento das tradições de um povo, expressas em suas lendas, crenças, canções e costumes.Como é do conhecimento geral, fomos descobertos pelos portugueses, povo de crença reconhecidamente católica. Suas tradições religiosas foram por nós herdadas e facilmente se incorporaram em nossas terras, conservando seu aspecto folclórico. Sob essa base é que instituições educacionais promovem, em nome do ensino, as festividades juninas, expressão que carrega consigo muito mais do que uma simples relação entre a festa e o mês de sua realização.
Entretanto, convém salientar a coerente distancia existente as finalidades educacionais e as religiosas.
é bom lembrar também que nessa época as escolas, "em nome da cultura", incentivam tais festas por meio de trabalhos escolares, etc... A criança que não tem como se defender aceita, pois se sente na obrigação de respeitar a professora que lhe impõe estes trabalhos (sobre festa Junina), e em alguns casos é até mesmo ameaçada com notas baixas, porquê a professora, na maioria das vezes, é devota de algum santo, simpatizante ou praticante da religião Católica, que é a maior divulgadora desta festa. Neste momento quando se mistura folclore e religião, a criança -inocente por natureza - rapidamente se envolve com as músicas, brincadeiras, comidas e doces. Aliás, não existiria esta festa não fosse a religião. Inclusive existe a competição entre clubes, famílias ou grupos para realizarem a maior ou a melhor festa junina da rua, do bairro, da fazenda, sítio, etc...
Além disso, não podemos nos esquecer de que o teor de tais festas oscila de região para região do país, especialmente no norte e no nordeste, onde o misticismo católico é mais acentuado.
As mais tradicionais festas juninas do Brasil acontecem em Campina Grande (Paraíba) e Caruaru (Pernambuco).
O espaço onde se reúnem todos os festejos do período são chamado de arraial. Geralmente é decorado com bandeirinhas de papel colorido, balões e palha de coqueiro. Nos arraiás acontecem as quadrilhas, os forrós, leilões, bingos e os casamentos caipiras.
Uma Suposta Origem das Festividades
Para as crianças católicas, a explicação para tais festividades é tirada da Bíblia com acréscimos mitológicos. Os católicos descrevem o seguinte:“Nossa Senhora e Santa Isabel eram muito amigas. Por esse motivo, costumavam visitar-se com freqüência, afinal de contas amigos de verdade costumam conversar bastante. Um dia, Santa Isabel foi à casa de Nossa Senhora para contar uma novidade: estava esperando um bebê ao qual daria o nome de João Batista. Ela estava muito feliz por isso! Mas naquele tempo, sem muitas opções de comunicação, Nossa Senhora queria saber de que forma seria informada sobre o nascimento do pequeno João Batista. Não havia correio, telefone, muito menos Intemet. Assim, Santa Isabel combinou que acenderia uma fogueira bem grande que pudesse ser vista à distância. Combinou com Nossa Senhora que mandaria erguer um grande mastro com uma boneca sobre ele. O tempo passou e, do jeitinho que combinaram, Santa Isabel fez. Lá de longe Nossa Senhora avistou o sinal de fumaça, logo depois viu a fogueira. Ela sorriu e compreendeu a mensagem. Foi visitar a amiga e a encontrou com um belo bebê nos braços, era dia 24 de junho. Começou, então, a ser festejado São João com mastro, fogueira e outras coisas bonitas, como foguetes, danças e muito mais!”.
Como podemos ver, a forma como é descrita a origem das festas juninas é extremamente pueril, justamente para que alcance as crianças.
As comemorações do dia de São João Batista, realizadas em 24 de junho, deram origem ao ciclo festivo conhecido como festas juninas. Cada dia do ano é dedicado a um dos santos canonizados pela Igreja Católica. Como o número de santos é maior do que o número de dias do ano, criou-se então o dia de “Todos os Santos”, comemorado em 1 de novembro. Mas alguns santos são mais reverenciados do que outros. Assim, no mês de junho são celebrados, ao lado de São João Batista, dois outros santos: Santo Antônio, cujas festividades acontecem no dia 13, e São Pedro, no dia 28.
Plágio do Paganismo
Na Europa antiga, bem antes do descobrimento do Brasil, já aconteciam festas populares durante o solstício de verão (ápice da estação), as quais marcavam o início da colheita. Dos dias 21 a 24, diversos povos , como celtas, bascos, egípcios e sumérios, faziam rituais de invocação da fertilidade para estimular o crescimento da vegetação, prover a fartura nas colheitas e trazer chuvas. Nelas, ofereciam-se comidas, bebidas e animais aos vários deuses em que o povo acreditava. As pessoas dançavam e faziam fogueiras para espantar os maus espíritos. Por exemplo: as cerimônias realizadas em Cumberland, na Escócia e na Irlanda, na véspera de São João, consistiam em oferecer bolos ao sol, e algumas vezes em passar crianças pela fumaça de fogueiras.As origens dessa comemoração também remontam à antiguidade, quando se prestava culto à deusa Juno da mitologia romana. Os festejos em homenagem a essa deusa eram denominados “junônias”. Daí temos uma das procedências do atual nome “festas juninas”.
Tais celebrações coincidiam com as festas em que a Igreja Católica comemorava a data do nascimento de São João, um anunciado da vinda de Cristo. O catolicismo não conseguiu impedir sua realização. Por isso, as comemorações não foram extintas e, sim, adaptadas para o calendário cristão. Como o catolicismo ganhava cada vez mais adeptos, nesses festejos acabou se homenageando também São João. É por isso que no inicio as festas eram chamadas de Joaninas e os primeiros paises a comemorá-las foram França, Itália, Espanha e Portugal.
Os jesuítas portugueses trouxeram os festejos joaninos para o Brasil. As festas de Santo Antonio e de São Pedro só começaram a ser comemoradas mais tarde, mas como também aconteciam em junho passaram a ser chamadas de festas juninas. O curioso é que antes da chegada dos colonizadores, os índios realizavam festejos relacionados à agricultura no mesmo período. Os rituais tinham canto, dança e comida. Deve-se lembrar que a religião dos índios era o animismo politeísta (adoravam vários elementos da natureza como deuses).
As primeiras referências às festas de São João no Brasil datam de 1603 e foram registradas pelo frade Vicente do Salvador, que se referiu aos nativos que aqui estavam da seguinte forma: “os índios acudiam a todos os festejos dos portugueses com muita vontade, porque são muito amigos de novidade, como no dia de São João Batista, por causa das fogueiras e capelas”.
Sincretismo Religioso
Religiões de várias regiões do Brasil, principalmente na Bahia, aproveitam-se desse período de festas juninas para manifestar sua fé junto com as comemorações católica. O Candomblé, por exemplo, ao homenagear os orixás de de sua linha, mistura suas práticas com o ritual católico. Assim, durante o mês de junho, as festas romanas ganham um cunho profano com muito samba de roda e barracas padronizadas que servem bebidas e comidas variadas. Paralelamente as bandas de axé music se espalham pelas ruas das cidades baianas durante os festejos juninos.Um fator fundamental na formação do sincretismo é que, de acordo com as tradições africanas, divindades conhecidas como orixás governavam determinadas partes do mundo. No catolicismo popular, os santos também tinham esse poder. “Iansã protege contra raios e relâmpagos e Santa Bárbara protege contra raios e tempestades. Como as duas trabalham com raios, houve o cruzamento. Cultuados nas duas mais populares religiões afro-brasileiros – a umbanda e o candomblé – cada orixá corresponde a um santo católico. Ocorrem variações regionais. Um exemplo é Oxóssi, que é sincretizado na Bahia com São Jorge mas no Rio de Janeiro representa São Sebastião. Lá, devido ao candomblé, o Santo Antônio das festas juninas é confundido com Ogun, santo guerreiro da cultura afro-brasileira.
Superstições
1- A Puxada do MastroPuxada do mastro é a cerimônia de levantamento do mastro de São João, com banda e foguetório. Além da bandeira de São João, o mastro pode ter as de Santo Antonio e São Pedro, muitas vezes com frutas, fitas de papel e flores penduradas. O ritual tem origem em cultos pagãos, comemorativos da fertilidade da terra, que eram realizados no solstício de verão, na Europa.
Acredita-se que se a bandeira vira para o lado da casa do anfitrião da festa no momento em que é içada, isto é sinal de boa sorte. O contrario indica desgraça. E caso aponte em direção a uma pessoa essa será abençoada.
2- As Fogueiras
Sobre as fogueiras há duas explicações para o seu uso. Os pagãos acreditavam que elas espantavam os maus espíritos. Já os católicos acreditavam que era sinal de bom presságio. Conta uma lenda católica que Isabel prima de Maria, na noite do nascimento de João Batista , ascendeu uma fogueira para avisar a novidade à prima Maria, mãe de Jesus. Por isso a tradição é acendê-las na hora da Ave Maria (às 18h).
Você sabia ainda que cada uma das três festas exige um arranjo, diferente de fogueira? Pois é, na de Santo Antonio, as lenhas são atreladas em formato quadrangular; na de São Pedro, são em formato triangular e na de São João possui formato arredondado semelhante à pirâmide.
3- Os Fogos de Artifício
Já os fogos dizem alguns, eram utilizados na celebração para “despertar” São João e chamá-lo para as comemorações de seu aniversário. Na verdade os cultos pirolátricos são de origem portuguesa. Antigamente em Portugal, acreditava-se que o estrondo de bombas e rojões tinha como finalidade espantar o diabo e seus demônios na noite de São João.
4- Os Balões
A saciedade “Amigos do Balão” nasceu em 1998 para defender a presença do ‘balão junino’ nessas festividades. O padre jesuíta Bartolomeu de Gusmão e o inventor Alberto Santos são figuras ilustres entre os brasileiros por soltarem balões por ocasião das festas juninas de suas épocas, portanto podemos dizer que eles foram os precursores dessa prática.
Hoje, como sabemos, as autoridades seculares recomendam os devotos a abster-se de soltar balões pelos incêndios que podem provocar ao caírem em urna floresta, refinaria de petróleo, casas ou fábricas. Essa brincadeira virou crime em 1965, segundo o artigo 26 do Código Florestal. Também está no artigo 28 da lei das Contravenções penais, de 1941. O infrator pode ir para a cadeia. Não obstante, essa prática vem resistindo às proibições das autoridades. Geralmente, os balões trazem inscrições de louvores aos santos de devoção dos fiéis, como por exemplo, “VIVA SÃO JOÃO!! !“, ou a outro santo qualquer comemorado nessas épocas.
Todos os cultos das festas juninas estão relacionados com a sorte. Por isso os devotos acreditam que ao soltar balão e ele subir sem nenhum problema, os desejos serão atendidos, caso contrário (se o balão não alcançar as alturas) é um sinal de azar.
A tradição também diz que os balões levam os pedidos dos homens até São João. Mas tudo isso não passa de crendices populares.
OS SANTOS
- Santo Antônio
Outros porém, afirmam que Fernando de Bulhões foi a cidade onde nasceu. Aos 24 anos, já na Escola Monástica de Santa Cruz de Coimbra, foi ordenado sacerdote.
Dizem que era famoso por conhecer a Bíblia de cor. Ao tomar conhecimento de que quatro missionários foram mortos pelos serracenos, decidiu mudar-se para Marrocos. Ao retomar para Portugal, a embarcação que o trazia desviou-se da rota por causa de uma tempestade, e ele foi parar na Itália. Lá, foi nomeado pregador da Ordem Geral.
Depois de um encontro com os discípulos de Francisco de Assis, entrou para a ordem dos franciscanos e foi rebatizado de Antônio. Viveu tratando dos enfermos e ajudando a encontrar coisas perdidas. Dedicava-se ainda em arranjar maridos para as moças solteiras. Sua devoção foi introduzida no Brasil pelos padres franciscanos, que fizeram erigir em Olinda (PE) a primeira igreja dedicada a ele. Faz parte da tradição que as moças casadouras recorram a Santo Antônio, na véspera do dia 13 de junho, formulando promessas em troca do desejado matrimônio. Esse fato acabou curiosamente transformando 12 de junho no “Dia dos Namorados”.
A fama de casamenteiro surgiu mesmo depois de sua morte, no século XIV. Diz a lenda que uma moça pobre pediu ajuda a Santo Antonio e conseguiu o dote que precisava para poder casar. A história se espalhou e hoje é o santo que homens e mulheres recorrem quando o objetivo é encontrar sua metade.
No dia 13, multidões se dirigirem às igrejas pelo pão de Santo Antônio. Dizem que é bom carregar o santo na algibeira para receber proteção.
Uma outra curiosidade é que a imagem deste santo sempre aparece com o menino Jesus no colo. Você sabe por quê? Existem duas versões para isso: uma, diz que o menino representa o quanto ele era adorado pelas crianças; a outra, que ele era um pregador tão brilhante que dava vida aos ensinos da Bíblia. O menino seria a personificação da palavra de Deus.
É bastante comum entre as devotas de Santo Antônio colocá-lo de cabeça para baixo no sereno amarrado em um esteio. Ou então jogá-lo no fundo do poço até que o pedido seja satisfeito. Depois cantam:
“Meu Santo Antônio querido,
Meu santo de carne e osso,
Se tu não me deres marido,
Não te tiro do poço”.
As festas antoninas são urbanas, caseiras, domésticas, porque Santo Antônio é o santo dos nichos e das barraquinhas.
Na A Tribuna de 14 de junho de 1997, página A8, lemos: “O dia de Santo Antônio, o santo casamenteiro, foi lembrado.., com diversas missas e a distribuição de 10 mil pãezinhos. Milhares de fiéis compareceram às igrejas para fazer pedidos, agradecer as graças realizadas e levar os pães, que, segundo dizem os fiéis, simbolizam a fé e garantem fartura à mesa”. Ainda para Santo Antônio, cantam seus admiradores:
“São João a vinte e quatro,
São Pedro a vinte e nove,
Santo Antônio a treze,
Por ser o santo mais nobre”.
- São João
Em sua festa, São João é comemorado com fogos de artifício, tiros, balões coloridos e banhos coletivos pela madrugada. Os devotos também usam bandeirolas coloridas e dançam. Erguem uma grande fogueira e assam batata-doce, mandioca, cebola-do-reino, milho verde, aipim etc. Entoam louvores e mais louvores ao santo.
As festas juninas são comemoradas de uma forma rural, sempre ao ar livre, em pátios e/ou grandes terrenos previamente preparados para a ocasião.
João Batista, biblicamente falando, foi o precursor de Jesus e veio para anunciar a chegada do Messias. Sua mensagem era muito severa, conforme registrado em Mateus 3.1-11. Quando chamaram sua atenção para o fato de que os discípulos de Jesus estavam batizando mais do que ele, isso não lhe despertou sentimentos de inveja (Jo 4.1), pelo contrário, João Batista se alegrou com a notícia e declarou que não era digno de desatar a correia das sandálias daquele que haveria de vir, referindo-se ao Salvador (Lc 3.16).
Se em vida João Batista recusou qualquer tipo de homenagem ou adoração, será que agora está aceitando essas festividades em seu nome, esse tipo de adoração à sua pessoa? Certamente que não!
- São Pedro
Uma das crendices populares sobre São Pedro (e olha que são muitas!) diz que quando chove e troveja é por que ele está arrastando os móveis do céu. Pode!
Na ocasião, ocorrem procissões marítimas em sua homenagem com grande queima de fogos. Para os pesca-dores, o dia de São Pedro é sagrado. Tanto é que eles não saem ao mar para pescaria. É ainda considerado o santo protetor das viúvas.
A brincadeira de subir no pau-de-sebo (uma árvore de origem chinesa) é a que mais se destaca nas festividades comemorativas a São Pedro. O objetivo para quem participa é alcançar os presentes colocados no topo.
Os sentimentos do apóstolo Pedro, eram extremamente diferentes do que se apregoa hoje, no dia 29. De acordo com sua forma de agir e pensar, conforme mencionado na Bíblia, temos razões para crer que ele jamais aceitada os tributos que hoje são dedicados à sua pessoa.
Quando Pedro, sob a autoridade do nome de Jesus, curou o coxo que jazia à porta Formosa do templo de Jerusalém e teve a atenção do povo voltada para ele como se por sua virtude pessoal tivesse realizado o milagre não titubeou, mas declarou com muita segurança sua dependência do Deus vivo e não quis receber nenhuma homenagem (cf. Atos 3:12-16 ; 10:25,26).
Os Evangélicos e as Festas Juninas
Diante de tudo isso, perguntamos: “Teria algum problema os evangélicos acompanharem seus filhos em uma dessas festas juninas realizadas nas escolas, quando as crianças, vestidas a caráter (de caipirinha), dançam quadrilha e se fartam dos pratos oferecidos nessas ocasiões: cachorro-quente, pipoca, milho verde etc?”. É óbvio que nenhum crente participa dessas festas com o objetivo de praticar a idolatria, pois tal procedimento, por si só, é condenado por Deus!Quanto à essa questão, tão polêmica, é oportuno mencionar o comportamento de certas igrejas evangélicas, com a alegação de estarem propagando o evangelho durante o Carnaval, dedicam-se a um tipo duvidoso de evangelização nessa época do ano. Fazem de tudo, inclusive usam blocos carnavalescos com nomes bíblicos. Não devemos nos esquecer, no entanto, de que as estratégias evangelísticas devem ocorrer o ano todo, e não apenas em determinadas ocasiões, O mesmo acaba acontecendo no período das festas juninas. Ultimamente, surgiram determinadas igrejas evangélicas que, a fim de levantar fundo para os necessitados e distribuir cestas básicas aos pobres, estão armando barracas junto com os católicos em locais em que as festas juninas são promovidas por órgãos públicos. Os produtos que vendem, diga-se de passagem, são característicos das festividades juninas. Os “cristãos” que ficam nas barracas vestem-se a caráter e pensam que, dessa forma, estão procedendo biblicamente.
E o que dizer das igrejas que promovem festas juninas em suas próprias dependências com a alegação de arrecadarem fundos? As festas juninas têm um caráter religioso que desagrada a Deus. Nestas festas ocorrem rezas, canções e missas; as comidas e doces são oferecidos a estes santos -claro que os que comem não são os santos, mas os que participam dela. Este procedimento de "oferecer comida aos santos" é muito parecido aos despachos espíritas nos cemitérios e encruzilhadas; talvez a diferença seja o local da "festa". Então, como separar o folclore da religião se ambas estão intrinsecamente ligadas? O povo de Israel abraçou os costumes das nações pagãs e foi criticado pelos profetas de Deus. A vida de Elias é um exemplo específico do que estamos falando. Ele desafiou o povo de Israel a escolher entre Jeová Deus e Baal. O profeta pôs o povo à prova: “Até quando coxeareis entre dois pensamentos? Se o Senhor é Deus, segui-o, e se Baal, segui-o”(lRs 18.21). É claro que o contexto histórico do texto bíblico em pauta é outro, mas, como observadores e seguidores da Palavra de Deus, devemos tomar muito cuidado para não nos envolvermos com práticas herdadas do paganismo. Pois é muito arriscada a mistura de costumes religiosos, impróprios à luz da Bíblia, adotada por alguns evangélicos. É preciso que os líderes e pastores aprofundem a questão, analisem a realidade cultural do local em que desenvolvem certas atividades evangelísticas e ministério e orientem os membros de suas respectivas comunidades para que criem e ensinem os filhos nos preceitos recomendados pela Palavra de Deus. O simples fato de proibirem as crianças de participar dessas comemorações na escola em que estudam não resolve o problema, antes, acaba agravando a situação.
O que diz a Bíblia
Para muitos cristãos, pode parecer que a participação deles nessas festividades juninas não tenha nenhum mal, e que a Bíblia não se posiciona a respeito. O apóstolo Paulo, no entanto, declara em I Coríntios 10.11 que as coisas que nos foram escritas no passado nos foram escritas para advertência nossa. Vejamos o que ele disse: “Ora, tudo isto lhes sobreveio como figuras, e estão escritas para aviso nosso, para quem já são chegados os fins dos séculos”.O que nos mostra a história do povo de Israel em sua caminhada do Egito para Canaã? Quando os israelitas acamparam junto ao Monte Sinai. Moisés subiu ao monte para receber a lei da parte de Deus. A demora de Moisés despertou no povo o desejo de promover uma festa a Deus. Arão foi consultado e, depois de concordar, ele próprio coletou os objetos de ouro e fabricou um bezerro com esse material, O texto bíblico diz o seguinte:
“Ele os tomou das suas mãos, e com um buril deu forma ao ouro, e dele fez um bezerro de fundição. Então eles disseram: São estes, ó Israel, os teus deuses, que te tiraram da terra do Egito. Arão, vendo isto, edificou um altar diante do bezerro e, apregoando, disse: Amanhã será festa ao Senhor” (Êx 32.4-5).
Qual foi o resultado dessa festa idólatra ao Senhor? Deus os puniu severamente: “Chegando ele ao arraial e vendo o bezerro e as danças. acendeu-se-lhe a ira, e arremessou das mãos as tábuas, e as quebrou ao pé do monte. Então tomou o bezerro que tinham feito, e o queimou no fogo, moendo-o até que se tomou em pó, e o espargiu sobre a água, e deu-o a beber aos filhos de Israel.
O teor religioso das festas juninas não passa de um ato idólatra quando se presta culto a Santo Antônio, São João e São Pedro.
Como crentes, devemos adorar somente a Deus: “Ao Senhor teu Deus adorarás, e só a ele servirás” (Mt 4.10). Assim, nossos lábios devem louvar tão-somente o Senhor Deus: “Portanto, ofereçamos sempre por meio dele a Deus sacrifício de louvor, que é o fruto dos lábios que confessam o seu nome” (Hb 13.15). O texto de Apocalipse 7.9 é um bom exemplo do que estamos falando: “Depois destas coisas olhei, e eis aqui uma multidão, a qual ninguém podia contar, de todas as nações, e tribos, e povos, e línguas, que estavam diante do trono, e perante o Cordeiro, trajando vestes brancas com palmas nas suas mãos. E clamavam com grande voz, dizendo: Salvação ao nosso Deus, que está assentado no trono, e ao Cordeiro”.
É possível imaginar um cristão cantando louvores a São João Batista? O cântico seria mais ou menos assim:
“Onde está o Batista?”.
Ele não está na igreja,
Anda de mastro em mastro,
A ver quem o festeja”.
Lembramos a atitude de Paulo e Barnabé diante de um ato de adoração que certos homens quiseram prestar a eles: “E as multidões, vendo o que Paulo fizera, levantaram a sua voz, dizendo em língua licaônica: Fizeram-se os deuses semelhantes aos homens, e desceram até nós. E chamavam Júpiter a Bamabé, e Mercúrio a Paulo; porque este era o que falava. E o sacerdote de Júpiter, cujo templo estava em frente da cidade, trazendo para a entrada da porta touros e grinaldas, queria com a multidão sacrificar-lhes. Porém, ouvindo isto os apóstolos Barnabé e Paulo, rasgaram as suas vestes, e saltaram para o meio da multidão, clamando, e dizendo: Senhores, por que fazeis essas coisas? Nós também somos homens como vós, Sujeitos às mesmas paixões, e vos anunciamos que vos convertais dessas vaidades ao Deus vivo, que fez o céu, a terra, o mar e tudo o que neles há” (At 14.11-15).
Os Santos não Podem Ajudar
Normalmente, as pessoas que participam das festas juninas querem tributar louvores a seus patronos como gratidão pelos benefícios recebidos. Admitem que foram atendidas por Santo Antônio, São João Batista e São Pedro. Crêem também que esses santos podem interceder por elas junto a Deus. Entretanto, os santos não podem fazer nada pelos vivos. Pedro e João, como servos de Deus obedientes que foram, estão no céu, conscientes da felicidade que lá os cercam (Lc 23.43; 2Co 5.6-8; Fp 1,21-23). Não estão ouvindo, de forma nenhuma, os pedidos das pessoas que os cultuam aqui na terra. O único intercessor eficaz junto a Deus é Jesus Cristo. Diz a Bíblia: “Porque há um só Deus, e um só Mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo homem” (um 2.5).E mais: “É Cristo quem morreu, ou antes quem ressuscitou dentre os monos, o qual está à direita de Deus, e também intercede por nós” (Rm 8.34).
“Meus filhinhos, estas coisas vos escrevo, para que não pequeis; e, se alguém pecar, ternos um Advogado para com o Pai, Jesus Cristo, o justo. E ele é a propiciação pelos nossos pecados, e não somente pelos nossos. mas também pelos de todo o mundo” (lJo 2.1-2).
Foi o próprio Senhor Jesus quem nos disse que deveríamos orar ao Pai em seu nome para que pudéssemos alcançar respostas aos nossos pedidos: “E tudo quanto pedirdes em meu nome eu o farei, para que o Pai seja glorificado no Filho. Se pedirdes alguma coisa em meu nome eu o farei”(Jo 14.13-14).
Quanto ao teor religioso das festas juninas, podemos declarar as palavras de Deus ditas por meio do profeta:
“Odeio, desprezo as vossas festas, e as vossas assembléias solenes não me exalarão bom cheiro” (Arn 5.21).
Como seguidores de Cristo, suplicamos, diante desta delicada exposição, que Deus nos conceda sabedoria para que consigamos proceder de uma maneira que o agrade em todas as circunstâncias, pois: “toda ação de nossa vida toca alguma corda que vibrará na eternidade” (E. H. Chapin).
Algo em Que se Pensar
O Brasil é um dos maiores paises agrícola do mundo. Até conhecemos aquela frase elogiando as terras brasileiras: nas quais, "... em se plantando tudo dá". No entanto (pasmem), o governo está importando (isto é, comprando) de outros países arroz, feijão, trigo, café, cacau etc. Era para estarmos exportando, vendendo, aumentando o capital, e não comprando, pois temos terras de excelente qualidade. Um dos problemas da falta de produção agrícola é a desvalorização do "homem do campo". Sabemos que existe um êxodo rural muito grande, 80% da população brasileira vive nas cidades e somente 20 % vivem no campo. Não estaria as festas juninas contribuindo para formar uma imagem negativa de nosso povo da zona rural? Não é exagerado o ponto de vista em que sugere que a imagem do homem do campo por vezes é humilhada nas festas juninas.Veja: qual criança se espelharia no típico caipira das quadrilhas de festas juninas? Quais delas diria: "quando crescer quero ser um caipira, ou homem do campo, com as roupas remendadas"? As crianças querem ser médicos, professoras, atrizes, pois estes não são humilhados nas festas juninas. As Festas Juninas inconscientemente ou não, servem mais para humilhar as pessoas do campo do que para honrá-las como pretendem; o caipira, quando não é banguela, é desdentado, seu andar é torto, corcunda por causa da enxada, a botina é furada, suas roupas são rasgadas e remendadas, uma alusão ao espantalho, um pobre coitado! - pois talvez seja assim que os grandes latifundiários vêem o caipira, e essa visão é reproduzida por nossas crianças nas escolas. Poderia isto ser chamado de FOLCLORE e CULTURA?
A Bíblia diz categoricamente que "o que escarnece (humilha) do pobre insulta ao que o criou" (Pv. 17:5). Disso decorrem problemas urbanos graves como o favelamento e os menores abandonados, pois como os "caipiras" não conseguem sobreviver no campo, pensam que na cidade encontrarão trabalho. A esse processo dá-se o nome de "Êxodo Rural". E o nosso país agrícola é desmatado, onde só se planta pasto para boi gordo, e expulsa o homem do campo.
Motivos para não Participar de Festas Juninas
Diante de tudo o que foi dito acima daremos uma recapitulação expondo o "porquê" de não participarmos de festas juninas. Vejamos então:- Plágio do Paganismo - Como vimos, as bases das festas juninas estão fincadas nas práticas das festividades pagãs, onde os pagãos na mesma data ofereciam seus louvores e suas festas em honra daqueles deuses. Eram as festas pelas colheitas. As festas juninas usurpou isto dos gentios, com apenas o detalhe de transvestir tais festas com roupagem cristã. No entanto, quando Deus introduziu o povo de Israel na terra prometida adverti-os severamente para que não usassem esse tipo de costume, diz Ele: "Quando entrares na terra que o Senhor teu Deus te dá, não aprenderás a fazer conforme as abominações daqueles povos." [Deut. 18:9]. Independentemente das intenções, fossem elas boas ou não, o plágio fora terminantemente proibido por Deus.
- Os Santos não Intercedem - É notório que estas festividades são para homenagear os três santos. Nestas datas as pessoas invocam sua proteção através de missas e fazem promessas e pedidos confiando em sua suposta intercessão. Não obstante, temos razões bíblicos em abundancia para rejeitarmos estas mediações que os devotos tanto acreditam. A Bíblia nos diz que existe um só mediador entre Deus e os homens: "Porque há um só Deus, e um só Mediador entre Deus e os homens, Cristo Jesus, homem," [I Tm. 2:5]. Este verso exclui todos os demais mediadores forjados pela mente humana. Se temos que pedir alguma coisa a alguém, esse alguém tem de ser Jesus Cristo, veja o que Ele mesmo diz: "...e tudo quanto pedirdes em meu nome, eu o farei, para que o Pai seja glorificado no Filho.Se me pedirdes alguma coisa em meu nome, eu a farei." [João 14:13,14]. Em toda a Bíblia não se encontra nenhum incentivo para fazermos nossos pedidos, promessas e votos a terceiros.
- Os Santos não Escutam Orações - Um devoto junino acredita piamente
que seus "santos" ouvem suas petições por ocasião destas festividades
natalícias ou fora delas, mesmo sabendo que estas personagens já
morreram há séculos! Mais uma vez a Bíblia rejeita este conceito por
declarar a posição correta dos mortos em relação aos vivos: "Pois os vivos sabem que morrerão, mas os mortos não sabem coisa nenhuma, nem tampouco têm eles daí em diante recompensa; porque a sua memória ficou entregue ao esquecimento.
6 Tanto o seu amor como o seu ódio e a sua inveja já pereceram; nem têm eles daí em diante parte para sempre em coisa alguma do que se faz debaixo do sol." [Eclesiastes 9:5,6]. Veja que o verso nos diz que os que já morreram não sabem coisa nenhuma do que acontece aqui em nosso mundo, na terra (debaixo do sol). é claro que há consciência onde eles estão, mas aqui em nosso mundo eles não podem ajudar ou atrapalhar ninguém. - Invocação de Espíritos dos Mortos - Como já vimos, há uma crença em que o espírito de São João possa ser despertado por ocasião da soltura de foguetes, afim de vir participar daquela festividade em sua homenagem. Folclore ou não, isto reflete de modo perfeito a crença católica da invocação dos santos. é claro que se o santo já morreu, o que é invocado é o espírito dele, e isto bate de frente com a advertencia bíblica a respeito da consulta aos mortos. Vejamos: "Quando vos disserem: Consultai os que têm espíritos familiares e os feiticeiros, que chilreiam e murmuram, respondei: Acaso não consultará um povo a seu Deus? acaso a favor dos vivos consultará os mortos?" [Isaías 8:19]. E mais: "Não se achará no meio de ti nem encantador, nem quem consulte um espírito adivinhador, nem mágico, nem quem consulte os mortos; pois todo aquele que faz estas coisas é abominável ao Senhor, e é por causa destas abominações que o Senhor teu Deus os lança fora de diante de ti." [Deut. 18:9,-12]. No fundo a prática de invocar o espírito dos santos nada mais é do que uma prática espírita e como tal, é reprovada por Deus.
- Outro Espírito Recebe em Lugar do Santo - Como ficou demonstrado biblicamente os espíritos dos santos não sabem de nada do que acontece em nosso mundo, portanto não podem interceder por ninguém. Já que eles são neutros nisso tudo, para quem vai então às honras e os louvores destas festividades afinal? O apostolo Paulo estava ensinando quase a mesma coisa aos cristãos de Corinto quando disse: "Antes digo que as coisas que eles sacrificam, sacrificam-nas a demônios, e não a Deus. E não quero que sejais participantes com os demônios." Um pouco antes, ele acabara de dizer que o ídolo nada é ( 8:4 ), ou seja, quando os gentios sacrificavam suas oferendas e suas festividades a tais deuses, eles na verdade estavam sacrificando aos demônios (que eram os únicos a receberem tais oferendas), pois o ídolo nada é. Não estaria acontecendo algo similar nas festas juninas? Quando um devoto oferece sua colheita, suas oferendas e festividades a tais santos que segundo a Bíblia, não pode interceder e saber o que está acontecendo, quem então as recebe? Ou então, quando o pedido é atendido, quem concede estas "graças" às pessoas nas festas juninas? De uma coisa temos certeza: dos santos é que não são!
- Comidas e Imagens - Por último temos duas práticas rejeitadas pela Palavra de Deus. As comidas que são oferecidas nas festas juninas por vezes são benzidas e oferecidas ao santo que nada mais é do que um ídolo, pois a ele se fazem orações, carregam sua imagem em procissões, beijam-na, prostram-se diante dela etc. Como exemplo, temos o famoso pãozinho de Santo Antonio! Entretanto, a Bíblia diz: "Que vos abstenhais das coisas sacrificadas aos ídolos...não podeis participar da mesa do Senhor e da mesa de demônios." [Atos 15:29 ; I Co. 10:21]. Quanto às imagens dedicadas aos santos, elas são proibidas pela Bíblia nos seguintes termos: "Não farás para ti imagem esculpida, nem figura alguma do que há em cima no céu, nem embaixo na terra, nem nas águas debaixo da terra; não te encurvarás diante delas, nem as servirás;" [Deut. 5:8,9]. Estes são resumidamente alguns poucos motivos, para todo cristão genuíno não participar de tais festividades.
Conclusão
Pare e pense: como vimos, todas as
práticas encontradas nas festas juninas são rejeitadas pela Palavra de
Deus. Será que Deus se agradaria de tais festividades, quando sabemos
que elas desobedecem explicitamente o que Ele ordenou em sua santa
Palavra? Será que os católicos realmente estão honrando a Deus com isso?
Pense novamente: Se Deus rejeitou as festas de Israel que eram
dedicadas somente a Ele [Amós 5:21-23] , mas que haviam sido mescladas
com elementos dos cultos pagãos dos países vizinhos, não rejeitaria com
mais veemência ainda as ditas festas "cristã" dedicada aos santos?
Uma grande fusão das forças da magia
UMA GRANDE FUSÃO DAS FORÇAS DA MAGIA OCORREU QUANDO O PAPA PAULO VI FOI COROADO, EM 1963!
Durante quase duzentos anos, os Illuminati de magia negra buscaram tomar o controle do Vaticano a partir de dentro. Em junho de 1963, Paulo VI foi coroado e começou a exibir o sinistro crucifixo vergado. A Maçonaria Iluminista tinha se aliado com a Sociedade dos Jesuítas. O livro Vatican Assassins detalha o primeiro grande evento que ocorreu em seguida: o assassinato do presidente John F. Kennedy.
A Nova Ordem Mundial está chegando! Você está preparado?
Compreendendo o que realmente é essa Nova Ordem Mundial, e como está sendo implementada gradualmente, você poderá ver o progresso dela nas notícias do dia-a-dia!!
Aprenda a proteger a si mesmo e aos seus amados!
Após ler nossos artigos, você nunca mais verá as notícias da mesma forma
Agora você está com a
"THE CUTTING EDGE"
Armando o Cenário: Windswept House: A Vatican Novel, Malachi
Martin, "The Enthronement of the Fallen Archangel Lucifer, June 29,
1963" [A Entronização do Anjo Caído Lúcifer, em 29 de junho de 1963].Compreendendo o que realmente é essa Nova Ordem Mundial, e como está sendo implementada gradualmente, você poderá ver o progresso dela nas notícias do dia-a-dia!!
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"A Entronização do Arcanjo Caído Lúcifer foi efetivada dentro da cidadela católico-romana em 29 de junho de 1963; uma data apropriada para a promessa histórica prestes a ser cumprida. Como os principais agentes do cerimonial bem sabem, a tradição satanista há muito tempo predizia que o Tempo do Príncipe seria iniciado no momento em que um papa adotasse o nome do apóstolo Paulo. Esse requisito — o sinal que o Tempo Propício tinha iniciado — tinha sido cumprido exatamente oito dias antes com a eleição do último sucessor de Pedro" [pg 7; ênfase adicionada].
Esse papa que adotaria o nome do apóstolo Paulo não era ninguém menos que Paulo VI, que se tornou papa em 21 de junho de 1963. Poucas pessoas sabem que, naquele dia, ocorreu uma grande fusão das forças satânicas e que trouxe o Vaticano em total concordância com os Mestres dos Illuminati. Veja: os satanistas sabem que a Igreja Católica Romana tradicional sempre foi a mais poderosa praticante de feitiçaria de magia branca no mundo (leia os detalhes no artigo N1334 ), embora os Mestres dos Illuminati sejam o maiores praticantes de magia negra no mundo, desde a fundação da ordem em 1 de maio de 1776.
Como resultado, o Vaticano e os Mestres dos Illuminati sempre foram inimigos mortais no cenário global. Seria o mundo unido sob um governo global controlado pelo Vaticano da magia branca, ou pelos Illuminati da magia negra? A intriga e subversão perpetrada pelo Vaticano nos governos de todo o mundo continuamente se chocava com a intriga similar realizada pelos Illuminati de magia negra. O conflito foi lendário, a CIA batalhando contra a KGB.
No início dos anos 1800, os Illuminati decidiram infiltrar o Vaticano a partir de dentro, começando com a infiltração de falsos sacerdotes nos seminários, que avançariam até controlar os seminários, depois passando para o controle do Colégio dos Cardeais e, então, finalmente, controlar o próprio papado. Desde o início, eles calcularam que precisariam de duzentos anos para conseguir esse objetivo. Entretanto, sabiam que precisariam controlar o papado com a magia negra, pois o Cristo deles — o bíblico Anticristo, não poderia surgir a não ser que o mundo ocultista estivesse unido sob o estandarte da magia negra. Em Daniel 8:23-25, a Bíblia prediz que o Anticristo praticará a feitiçaria de magia negra. Veja:
"Mas, no fim do seu reinado, quando acabarem os prevaricadores, se levantará um rei, feroz de semblante, e será entendido em adivinhações. E se fortalecerá o seu poder, mas não pela sua própria força; e destruirá maravilhosamente, e prosperará, e fará o que lhe aprouver; e destruirá os poderosos e o povo santo. E pelo seu entendimento também fará prosperar o engano na sua mão; e no seu coração se engrandecerá, e destruirá a muitos que vivem em segurança; e se levantará contra o Príncipe dos príncipes, mas sem mão será quebrado." [ênfase adicionada]
As palavras em destaque são descrições perfeitas de um praticante de feitiçaria de magia negra. Uma breve explicação se faz necessária:
Feroz de semblante — Como os feiticeiros de magia negra voluntariamente se entregam ao Lado Tenebroso, às forças demoníacas, ficam repletos de uma fúria e um ódio quase sobrenaturais. Fisicamente, adquirem um aspecto feroz. Adolf Hitler é o exemplo mais famoso na história e existem inúmeros retratos dele mostrando essa feição tenebrosa. O mago Aleister Crowley é outro bom exemplo. [Nota: Crowley também foi membro da Ordem dos Templários do Oriente e fundou uma religião chamada Thelema.]
Entendido em adivinhações [A tradução inglesa Autorizada Pelo Rei Tiago diz "compreendendo as sentenças das trevas"] — Quando os ocultistas alcançam certo ponto no desenvolvimento de sua compreensão da feitiçaria, precisam fazer uma escolha: Se escolherem usar seu poder ocultista para o "bem", diz-se que estão seguindo o Caminho da Direita e praticando a magia branca. Se escolherem usar o poder do ocultismo para o mal, diz-se que estão seguindo o Caminho da Esquerda, e praticando a feitiçaria de magia negra. Um feiticeiro ou mago de magia negra então pratica "sentenças das trevas" que causam o caos, a morte e a destruição. Um bom exemplo desse tipo de sentença tenebrosa é a "maldição de morte", em que um demônio é conjurado a esta dimensão para o propósito expresso de matar um inimigo do conciliábulo; a Polícia está bem ciente desse tipo de "sentença das trevas" e chama esse tipo de incidente de "Homicídio Psíquico". Esse tipo de homicídio é impossível de solucionar porque não é perpetrado por um ser humano; é um ser demoníaco que perpetra o homicídio e não deixa pistas que permitam à Polícia solucionar o crime.
Fará o engano prosperar em sua mão. A feitiçaria sempre é referida de forma abreviada como "a arte". Além disso, todos os rituais são feitos pelo feiticeiro ou mago usando as mãos. O movimento cerimonial das mãos é crucial para o sucesso do ritual seja lá do tipo que for.
Assim, o Anticristo praticará a feitiçaria de magia negra. Essa profecia bíblica significa que a vitória final pertencerá aos Mestres dos Illuminati. Assim foi que essa captura final do Vaticano ocorreu oficialmente em 21 de junho de 1963, com a coroação do papa Paulo VI. Como os Illuminati gostam de produzir sinais simbólicos que somente os satanistas compreendem, não perderam tempo sinalizando simbolicamente que tinham finalmente conquistado o Vaticano de magia branca para sua causa. O papa Paulo VI começou a usar o símbolo satânico conhecido como Crucifixo Vergado, mostrado nesta gravura nas mãos do papa João Paulo II. Permitamos ao autor católico Piers Compton o privilégio da explicação, em seu livro The Broken Cross: Hidden Hand in the Vatican, Channel Island, Neville Spearman, 1981:
"O Crucifixo Vergado é... um símbolo sinistro, usado pelos satanistas no século VI, que tinha sido reavivado no tempo do Concílio Vaticano 2. Era uma cruz vergada ou quebrada, na qual era exibida uma figura repulsiva e distorcida de Cristo, que os magos e bruxos de magia negra da Idade Média criaram para representar o termo bíblico da 'marca da besta'. Entretanto, não somente Paulo VI, mas seus sucessores, João Paulo I e João Paulo II, carregaram esse objeto e o exibiam para ser reverenciado pelas multidões, que não tinham a menor idéia de que ele representa o Anticristo." [pg 72]
Na página 56, Compton mostra uma foto do papa atual, João Paulo II, segurando esse crucifixo vergado, exatamente como mostramos anteriormente. Nós o incentivamos a ler o relato completo sobre esse assunto no artigo RC100.
O Crucifixo Vergado é um símbolo muito bem conhecido do Anticristo de magia negra para os satanistas em todo o mundo. Além disso, os satanistas conhecem bem o papel do papado na promoção desse plano da magia negra. Esse fato é a razão por que Malachi Martin mostra o crucifixo vergado na capa de seu livro Windswept House; o crucifixo vergado é mostrado de forma preeminente diante da figura em penumbra do papa ao fundo!
Vamos retornar agora à história da cerimônia oficial secreta para comemorar essa vitória da magia negra. Ela ocorreu no dia 29 de junho de 1963. Acho altamente instrutivo que o dia específico escolhido para essa coroação foi o dia 29 do mês, um dia cuja soma dos algarismos é '11', o número do Anticristo na Bíblia [Daniel 7:7-8] e na doutrina satânica. Após a cerimônia pública em 21 de junho, a cerimônia de magia negra ocorreu em 28 de junho. Entretanto, ela deveria ser uma Cerimônia Paralela, uma cerimônia que deveria ser realizada em duas localidades geográficas distintas exatamente ao mesmo tempo. Malachi Martin explica em Windswept House. Veja:
"Elementos discretos como o pentáculo, as velas pretas e as roupagens apropriadas poderiam ser parte do cerimonial em Roma. Mas outros itens — a Travessa com Ossos, os animais sacrificiais e a vítima — seriam demais. Precisaria haver uma Entronização Paralela. Uma co-celebração poderia ser realizada com o mesmo efeito pelos Irmãos em uma Capela-Alvo Autorizada. Desde que todos os participantes em ambas as localidades "alvejassem' todos os elementos do evento na capela romana, então o evento em sua plenitude seria realizado especificamente na área-alvo. Tudo seria uma questão de unanimidade dos corações, identidade de intenções e perfeito sincronismo das palavras e ações entre as duas capelas-alvo. As vontades vivas e as mentes pensantes dos participantes concentrados no Objetivo do Príncipe transcenderia toda a distância." [pg 8]
Em outras palavras, o animal sacrificial requerido e a vítima humana, que não poderiam ser cerimonialmente mortos na cerimônia secreta na capela romana dentro das paredes do Vaticano poderiam ser mortos na cerimônia paralela na "capela-alvo autorizada" em outro local. Martin diz que essa capela estava localizada na Carolina do Sul, nos EUA! [Ibidem]
Entretanto, cada gesto e cada palavra da cerimônia na capela romana dentro do Vaticano precisariam ser exata e simultaneamente repetidos na capela distante. Para isso, uma conexão telefônica foi estabelecida. Em cada local, um sacerdote experiente, que tinha realizado o ritual tantas vezes que estava perfeitamente familiarizado com a cadência dos gestos e as palavras proferidas começaria no mesmo momento, e finalizaria precisamente no mesmo instante. Quando chegasse o tempo do "sacrifício vivo" ser feito, o punhal cerimonial no Vaticano cairia precisamente no mesmo momento que o punhal cerimonial na capela remota!
Por meio dessa cerimônia de magia negra, o primeiro papa realmente de magia negra na história — Paulo VI — foi oficial e poderosamente entronizado. A Cerimônia Paralela foi absolutamente essencial, pois a verdadeira fusão das forças satânicas mundiais não poderia ocorrer de outra forma.
E assim elas ocorreram. As forças satânicas maciças da magia branca e negra cessaram de batalhar pela supremacia, juntando forças no "tempo do fim" para finalmente mover o mundo para o Reino do Anticristo, a Nova Ordem Mundial. A partir desse momento, as decisões finais foram tomadas pela liderança de alto nível dos Mestres dos Illuminati, não do Vaticano. A liderança de alto nível passou para a monarquia britânica, a Casa de Windsor. [Leia o livro Antichrist and a Cup of Tea, de Tim Cohen]; o Vaticano simplesmente passou a receber ordens, em vez de dá-las.
Essa grande fusão de todas as forças satânicas significou que os jesuítas estavam agora trabalhando para os Illuminati; não para o Vaticano. Todos os agentes dos jesuítas e todas suas organizações, agora recebem ordens dos Illuminati. Portanto, todos os eventos que ocorreram em nome da vindoura Nova Ordem Mundial após 29 de junho de 1963, ocorreram por que os Illuminati ordenaram que ocorressem. O Vaticano cessou de ser um quartel-general independente e começou a marchar em total sincronismo com a Casa de Windsor.
Posteriormente, no início de 1991, o papa foi escolhido para ser o líder religioso supremo [leia os detalhes no artigo N1519]. Como os Illuminati estão com o controle total do Vaticano agora e como planejam que o papa seja o Falso Profeta religioso de Apocalipse 13:11-18, não têm problemas em mostrar submissão publicamente, quando se encontram com ele. Assim, o papa veste-se de roupas brancas simbólicas da religião do zoroastrismo do deus-sol luciferiano, enquanto os Iluministas que se encontram com o papa vestem-se de preto, expressando subordinação. [Leia o artigo N1608] Esse fato é o elemento-chave que o autor do livro Vatican Assassins simplesmente não compreende. Apesar disso, sua exposição sobre o Vaticano e os jesuítas é inestimável, pois documenta completamente as intrigas dos jesuítas nos longos corredores da história até o século XX. Ele também nos ajuda a compreender muitos eventos problemáticos na história mundial. Vamos agora examinar um desses eventos: o assassinato do presidente John F. Kennedy. Vejamos primeiro as revelações de Vatican Assassins":
Ao estudar atentamente as pessoas nesse diagrama, você descobrirá os nomes de figuras-chave dos jesuítas que tiveram um papel proeminente no assassinato:
Francis "Cardeal" Spellman — Arcebispo de Nova York e Cavaleiro de Colombo. O autor de Vatican Assassins revela que o cardeal também era o "Vigário Militar" dos EUA. Poucas pessoas imaginariam que o cardeal tinha um "lado tenebroso", mas ele certamente tem, pois ninguém que não faça parte da agenda do papa negro é indicado para um nível tão alto de autoridade na hierarquia da Igreja Católica Romana.
J. Peter Grace — Chefe dos Cavaleiros de Malta nos EUA. Grace também foi indicado para uma junta de investigação formada pelo presidente Reagan.
John A. McCone — Cavaleiro de Malta e membro do CFR (Conselho das Relações Exteriores). Foi bem conhecido em toda a desastrosa Guerra do Vietnã, uma das principais guerras planejadas pelos Illuminati.
William F. Buckley Jr. — Cavaleiro de Malta, membro do CFR e da CIA, e ainda da sociedade secreta satânica Caveira e Ossos [leia o artigo N1314]. Buckley sempre foi retratado como um "conservador" que luta contra o Grande Governo e sua intrusão cada vez maior, demonstrando a verdade que ensinamos no Seminário 2, que o CFR foi criado para treinar homens e mulheres nas táticas da Nova Ordem Mundial e, ao mesmo tempo, graduá-los com um rótulo que eles carregarão consigo pelo resto da vida.
Henry Luce — Revista Time, Cavaleiro de Malta, membro do CFR, da CIA e da Caveira e Ossos! Assim, apesar de todas essas credenciais satânicas, o reverendo Billy Graham o tem como um de seus melhores amigos. Graham disse que, após o primeiro encontro deles, arranjado na residência do governador da Carolina do Sul pelo maçom de Grau 33 Strom Thurmon, ele e Luce desenvolveram uma "duradoura amizade"! [Dr. Cathy Burns, Billy Graham and his Friends: A Hidden Agenda?, pg 41]
Lee Harvey Oswald — Foi o agente da CIA / KGB que foi usado poderosamente para patrocinar a ridícula teoria do assassinato do presidente Kennedy. Qualquer assassinato bem planejado sempre tem um bode expiatório sobre quem o foco da "investigação" cairá, afastando assim a atenção do cidadão mediano dos verdadeiros culpados.
Gerald Ford — Tornou-se presidente dos EUA após a renúncia de Nixon. Não somente era um maçom do Santuário, como informado em Vatican Assassins, mas também era membro do grupo Bilderberg, um dos principais corpos governantes dos iluministas.
Charles Colson - É identificado em Vatican Assassins como "um protestante pró-jesuíta"! Isso certamente explica a terrível apostasia em que o ministério de Colson está envolvido, a cooperação com o papa e a aceitação do Prêmio Templeton, levando os cristãos crédulos ao erro!
Vatican Assassins identifica corretamente a razão por que o presidente Kennedy foi assassinado: ele iria retirar os EUA da planejada Guerra do Vietnã. Além disso, Kennedy planejava reduzir drasticamente o poder e a abrangência da CIA e da Federal Reserve, e alguns até acreditam que ele iria revelar o plano total dos Illuminati para colocar em cena o Anticristo!
Não é de se admirar que os jesuítas o tenham tirado do caminho!
Entretanto, o assassinato de Kennedy também tem marcas da Maçonaria. Como afirmei no artigo N1314:
"O presidente Kennedy estava planejando usar os poderes da presidência para informar o povo americano sobre o plano dos Illuminati para nos escravizar, e algumas semanas mais tarde ele foi assassinado. Entretanto, esse assassinato foi perpetrado de acordo com o número favorito dos Illuminati, o onze:
- Em novembro, o décimo primeiro mês;
- No dia 22 [11x2];
- Em Dallas, que está situada no paralelo 33 [11x3];
- Na Praça Dealey, o local em que havia uma antiga loja maçônica durante a época da Revolução para a libertação do Texas do domínio mexicano. Na praça Dealey há um obelisco em comemoração à "primeira loja fraternal no Texas". [Masonry: Conspiracy Against Christianity, de Ralph Epperson, pg 51; leia a resenha]
Vatican Assassins relaciona os homens envolvidos no assassinato que estavam conectados com os jesuítas, como detalhamos anteriormente. A seguir, estão os homens envolvidos em posições críticas com o assassinato e que eram maçons. [Epperson, pg 332 em diante]
Earl Warren — Chefiou a Comissão Warren. J. Edgar Hoover — Chefão do FBI e maçom do Grau 33.
Além disso, Kennedy foi alvejado no local exato em que o herói lendário, Hirão-Abi, foi atingido pelos três rufiões na lenda dramática das lojas maçônicas! Da mesma forma como Hirão, Kennedy foi alvejado nas costas, perto do coração, no pescoço e, finalmente, na cabeça. O último golpe é que matou ambos os homens.
Finalmente, os Illuminati sinalizaram para o mundo inteiro que eram a força que estava por trás do assassinato quando criaram o monumento da Chama Perpétua ao presidente morto. (Leia os detalhes em N1547 (disponível na área restrita aos assinantes.)
A MAÇONARIA TEM SUAS DIGITAIS EM TODO O ASSASSINATO DE KENNEDY!
UMA GRANDE FUSÃO DA MAÇONARIA ILUMINISTA
COM OS JESUÍTAS DO VATICANO
Agora, como puderam os jesuítas de magia branca e os maçons de magia
negra estarem intimamente envolvidos na liderança para o assassinato do
presidente Kennedy? Não é possível reconciliar a questão sem
compreender que uma grande fusão de todas as forças satânicas ocorreu em
29 de junho de 1963, na Entronização Secreta do Papa Paulo VI!A organização formada pelos jesuítas tornou-se a organização dos Mestres dos Illuminati em 29 de junho de 1963.
Estamos agora 39 anos completos após esse evento, a entronização secreta do Arcanjo Caído Lúcifer, conforme descrito por Malachi Martin. Os eventos mundiais estão ocorrendo com rapidez e agora o mundo está tremendo diante do precipício que a Bíblia chama de Período da Tribulação, e seu governante, o Anticristo.
A MAFIA E A MAÇONARIA
O ESCRITOR ANDREW VARNA, EM SUA OBRA “WORLD UNDERWORLD” (“O SUBMUNDO DO MUNDO”), APRESENTA OS MAIS “FAMOSOS” CRIMINOSOS QUE JÁ EXISTIRAM. ESTE LIVRO, QUE ENCONTRA-SE PRESERVADO NO MUSEU DE LONDRES, TEM UM CAPÍTULO DEDICADO EXCLUSIVAMENTE AO SR. GUISEPPI MAZZINI, ONDE REVELA QUE O MESMO FOI O FUNDADOR DA SOCIEDADE SECRETA POLÍTICA CONHECIDA COMO MAFIA. EM SEU MANUSCRITO, O SR. VARNA REVELOU QUE MAZZINI ASSINAVA TODAS AS SUAS CARTAS COM A SIGLA M.A.F.I.A., QUE, NO IDIOMA ITALIANO, SÃO AS INICIAIS DAS PALAVRAS “MAZZINI AUTORIZZA FURTI, INCENDI, AVVELENAMENTI”, EM INGLÊS: “MAZZINI AUTHORIZES THEFTS, ARSON, POISONING”! (“WORLD UNDERWORLD”, ANDREW VARNA, MUSEUM PRESS LONDON, 1957, PÁG. 58), GUISEPPI MAZZINI, O FUNDADOR DA FAMOSA ORGANIZAÇÃO CRIMINOSA “MÁFIA”, TAMBÉM FOI UM MAÇOM, NA VERDADE, UM GRÃO MESTRE DA MAÇONARIA, QUE POSSUIA O GRAU 33 DO RITO ESCOCÊS.
CONSIDERADO COMO UM IMPORTANTE E “ILUSTRE” MAÇOM, MAZZINI FOI O FUNDADOR DA MAÇONARIA ITALIANA. CONTUDO, CONFORME REVELA O LIVRO “WORLD UNDERWORLD”, MAZZINI, NA VERDADE, FOI, TAMBÉM, UM FAMOSO ASSASSINO, E FUNDADOR DE UMA OUTRA SOCIEDADE SECRETA, MUNDIALMENTE CONHECIDA COMO A MAIOR ORGANIZAÇÃO CRIMINOSA DO PLANETA, CUJA SIGLA, DE FATO, É UMA ABREVIAÇÃO, NA QUAL A PRIMEIRA LETRA, É NADA MENOS QUE A INICIAL DO SEU NOME:
“FANTOCHES” NAS MÃOS DESSAS SOCIEDADES SECRETAS
1 KARL MARX, que tinha descendência judaica, e fazia parte do JUDAÍSMO TALMÚDICO CABALISTA, também era um maçom, e foi escalado, numa das reuniões de sua loja , para criar um movimento ideológico revolucionário de esquerda para este fim.
- O PRIMEIRO AVIÃO QUE SE CHOCOU CONTRA AS TORRES GÊMEAS HAVIA SAÍDO 200 KM DE SUA ROTA E, APESAR DE SE DIRIGIR PARA O CENTRO ECONÔMICO DA AMÉRICA, DURANTE UM LONGO PERIÍODO DE TEMPO, NÃO FOI INTERCEPTADO PELA FORÇA AÉREA NORTEAMERICANA.
- SOMENTE DEZOITO MINUTOS DO MOMENTO DO PRIMEIRO IMPACTO, O SEGUNDO AVIÃO CONSEGUIU ATINGIR A OUTRA TORRE, TEMPO MAIS QUE SUFICIENTE PARA QUE A FORÇA AÉREA MAIS AVANÇADA DO MUNDO O INTECEPTASSE, AINDA QUE FOSSE ATRAVÉS DE MISSEIS. MAS NÃO O FEZ
- AS TORRES FORAM CONSTRUÍDAS PARA RESISTIR, ATÉ MESMO, AOS MAIORES TERREMOTOS, O QUE SIGNIFICA QUE, NEM O CHOQUE DOS AVIÕES, NEM A EXPLOSÃO DE TODO O COMBUSTÍVEL QUE PUDESSE ESTAR NOS TANQUES DAS AERONAVES, SERIA SUFICIENTE PARA DEMOLIR AQUELES MODERNOS EDIFÍCIOS.
- NA OCASIÃO, VÁRIAS FOTOS MOSTRARAM QUE OCORRERAM DUAS EXPLOSÕES MUITO ABAIXO DO LOCAL DE IMPACTO DAS AERONAVES, AO NÍVEL DA METADE DOS DOIS PRÉDIOS, QUE INEXPLICÁVELMENTE, DESABARAM, PRECISAMENTE, SOBRE SI MESMOS, O QUE INDICA QUE HAVIA GRANDE QUANTIDADE DE EXPLOSIVO DENTRO DAS TORRES, CIENTÍFICAMENTE COLOCADO PARA REALIZAR UMA IMPLOSÃO PRECISA DAS DUAS TORRES.
- TANTO O FBI COMO O BUSH SABIAM ANTECIPADAMENTE QUE HAVERIA ESTE ATENTADO, DA MESMA FORMA QUE O SERVIÇO SECRETO AMERICANO E O PRESIDENTE ROOSEVELT SABIAM QUE HAVERIA O ATAQUE JAPONES À PEAR HARBOUR E OCULTARAM O FATO PARA QUE OS ESTADOS UNIDOS PUDESSEM ENTRAR NA SEGUNDA GUERRA MUNDIAL
- DUAS HORAS ANTES DA TRAGÉDIA, TODOS OS PRATICANTES DE JUDAÍSMO QUE TRABALHAVAM NO WTC FORAM AVISADOS POR UMA AGÊNCIA INTERNACIONAL DE INFORMAÇÕES, DENOMINADA ODIGO, E PUDERAM SAIR DAS TORRES ANTES DO ATENTADO. APESAR DE CENTENAS DE JUDEUS TRABALHAREM NO WTC, SOMENTE SE CONSTATOU A MORTE DE UM DELES, QUE ESTAVA APENAS VISITANDO O LOCAL E NÃO RECEBEU AVISO ALGUM.
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